Inspiração gestante



La Posture: Thais, parabéns pela bebê!

Você já é mãe de segunda viagem. Acredita que isso facilita a forma como você tem vivenciado sua gestação hoje?

Thaís: Muito obrigada! Acredito que facilita sim. Na primeira gravidez tudo é novidade, o que às vezes gera medo e ansiedade. Na segunda, já reconheço os sinais do corpo com mais facilidade, repito truques que me ajudaram da primeira vez, isso no meu caso, que as gestações estão sendo muito parecidas até o momento, mas há casos de mães que sentiram muita diferença entre as gravidezes. Por conhecer e reconhecer as fases, me sinto mais confiante do que da primeira vez.


La Posture: As gestações tem sido experiências diferentes? Qual a maior diferença que você acredita estar vivendo?

Thaís: Em relação a parte física, as gestações tem sido bem parecidas, agora sinto um pouco mais de azia, às vezes insônia e menos disposição, o que também atribuo a minha diferença de idade, já que demorei 6 anos para engravidar de novo. A maior diferença acaba sendo continuar cuidando de uma vida do lado de fora, além de estar gerando outra vida, o que exige bastante de mim, ainda mais no momento em que estamos vivendo. Se antes, podia descansar quando estava indisposta, por exemplo, hoje não é mais assim, porque tenho outro serzinho que também depende de mim.


La Posture: O que tem feito para cuidar e se preparar para a gestação e para o parto?

Thaís: Tenho cuidado mais da minha alimentação, porque engordei muito na minha primeira gravidez. Faço pilates para gestantes e tento fazer caminhadas, mas ainda não consegui incorporar de fato as caminhadas na minha rotina.


La Posture: Se você pudesse ajudar as mulheres que ficaram gestantes na pandemia, qual a maior dica você lhes daria?

Thaís: Estamos vivendo um momento delicado e cada família tem realidades muito diferentes... Mas apesar de tudo temos que nos cuidar, principalmente da nossa saúde mental. Nós, gestantes, ficamos muito sensíveis com todas as alterações hormonais, somadas ao medo e as angústias do que estamos passando, isso potencializa ainda mais nossas emoções.

Vamos manter pensamentos positivos, conversar com outras gestantes para compartilhar o que estamos sentindo, como uma rede de apoio e, se possível, praticar atividade física (mesmo que seja em domicílio) mas com a orientação de algum profissional especializado na área e, independente da crença, manter a nossa fé que nossos bebês são a esperança de dias melhores.